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Uma revolução no crédito empresarial: consórcio para capital de giro é a tendência

Conseguir crédito para investir em empresas hoje em dia não é tarefa fácil, principalmente para pequenos e médios empreendimentos. Com tantas dificuldades, os empresários estão à procura de soluções mais baratas e eficientes, o que faz surgir uma questão: existe consórcio para capital de giro?

Os consórcios existem para a aquisição de bens e serviços, é verdade. No entanto, existe uma estratégia que milhares de empresários brasileiros estão utilizando para levantar recursos sem precisar pagar juros (e no tempo que a empresa necessita). Isso porque, os empréstimos bancários podem ser úteis em alguns momentos mas, não raro, dificultam o processo impondo exigências rigorosas, juros altos e prazos curtos de pagamento.

Até mesmo o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), que poderia ser uma maneira mais barata de captar recursos, não negocia diretamente com pequenas e médias empresas e impõe a esses empresários também os custos dos agentes financeiros.

Foi neste cenário espinhoso para os empresários que o sistema de consórcio se fortaleceu nos últimos anos.  Estima-se que pelo menos 10% dos 7,3 milhões de consorciados ativos no Brasil sejam pessoas jurídicas buscando recursos para a empresas.

Se você quer saber como funciona a estratégia de consórcio para capital de giro que essas empresas estão utilizando, continue a leitura.

Como funciona o Consórcio

Antes de falarmos sobre como levantar capital de giro com consórcio, é muito importante que você entenda como esse sistema funciona:

O consórcio é totalmente amparado por Lei e seu funcionamento é muito simples. Basicamente, um grupo de pessoas com um objetivo em comum se reúne e cada um investe mensalmente em pequenas parcelas. O valor total arrecadado cada mês é suficiente para entregar o crédito total a um ou mais componentes, dependendo do saldo do grupo.

Para saber quem vai receber o crédito primeiro, a administradora organiza assembleias onde sorteia o número das cotas. E isso acontece todos os meses até o final do grupo, portanto, todos os componentes são contemplados dentro do tempo acordado em contrato.

O período de duração de um consórcio varia muito, porém, para consórcio imobiliário, que é a principal operação utilizada para fazer capital de giro, a duração máxima é 240 meses, embora o período usual seja 180 meses. Já, para veículos, o tempo máximo é 120 meses.

Num consórcio, não existem juros, apenas uma taxa administrativa cerca de 10 vezes menor que os juros dos empréstimos, por exemplo.

Como usar o Consórcio para Capital de Giro

como usar o consorcio pra capital de giro

Agora que você conhece melhor o funcionamento do consórcio, vamos mostrar a você as estratégias que mais de 700 mil empresas brasileiras estão utilizando para contornar os obstáculos impostos pelos sistemas tradicionais. São elas:

1- Para crédito imediato

Muitos empresários ainda acreditam que a única maneira de levantar dinheiro rápido é aceitar pagar juros altos em empréstimos, com pouco prazo para pagar e parcelas altas, que afogam o caixa. Se não é isso, descontam duplicatas ou refinanciam bens. O que nem todos sabem, é que é possível levantar capital de giro de uma maneira 10 vezes mais barata do que essas operações. Estamos falando da compra de uma carta de crédito contemplada!

O processo consiste basicamente em comprar uma carta que já passou pelo processo de contemplação. Você paga o que esse consórcio custou até o momento em que foi contemplado, mais um ágio ao dono desse crédito, assumindo as parcelas restantes.

Mesmo pagando um ágio por essa cota contemplada, o valor investido é muito menor que os juros pagos em empréstimos; daí o motivo da procura por essas cotas ser maior do que a oferta.

Mas atenção, antes de prosseguirmos, é importante que você saiba que esta operação é para empresas que conseguem pagar um spread ao dono original da cota e ainda dar conta de assumir as parcelas restantes.

Certo, mas como transformar uma carta de crédito contemplada em capital de giro?

Os consórcios são ferramentas que permitem a compra, sem juros, de bens e serviços. No entanto, existe uma operação aceita por algumas administradoras, devidamente amparada pela Lei, em que é possível fazer uma transação de compra e venda para transformar uma carta de crédito em dinheiro.

Isso significa que, com uma carta de crédito contemplada em mãos, sua empresa pode realizar uma operação de compra e venda entre sócios, entre dois CNPJs, entre parentes de primeiro grau e até mesmo entre cônjuges (desde que não haja casamento civil). Você usa um imóvel de sua propriedade ou da sua empresa – que pode ser  residencial, comercial, terreno, apartamento e até veículo – para fazer essa transação e transformar a carta de crédito em capital de giro para sua empresa.

A gente explica melhor essa estratégia neste vídeo:

2 – Para crédito em curto prazo

Nessa estratégia, sua empresa consegue programar o crédito em curto prazo através de uma operação estruturada via lances. Como funcionam esses lances? Ofertar lances nada mais é do que adiantar algumas parcelas do seu consórcio. Se for a maior oferta do grupo naquele mês, você leva o crédito na hora. É possível fazer essa oferta com recursos próprios ou utilizando um percentual do próprio crédito, num lance embutido.

O que a Redesul faz: trabalhamos com bancos e instituições financeiras como Itaú, Banco do Brasil, Embracon, AgiBank,  entre outras. Todas essas instituições atuam com milhares de grupos de consórcios, e quando esses grupos já estão em andamento e se encaminhando para o final, os lances são praticamente inexistentes (quando existem, são com valores muito baixos e fáceis de cobrir). Por isso, fica muito mais fácil contemplar por lance nesses grupos.

Com base no valor que você tem disponível para fazer essa oferta, nossos especialistas mapeiam todos esses grupos e analisam os históricos de lances para avaliar com bastante precisão em qual grupo o seu lance seria o vencedor. Ou seja, se a sua intenção é levantar crédito em um curto espaço de tempo, nós conseguimos selecionar o grupo ideal, de acordo com as suas necessidades, prevendo de maneira precisa uma contemplação rápida.

Inclusive, foi exatamente essa estratégia que o Lucas, empresário de Betim-MG, seguiu com a nossa orientação e foi contemplado logo no primeiro mês. Olha o que ele diz:

Depois de conseguir esse crédito via lance, basta fazer a operação de compra e venda da qual já mencionamos.

3 – Para crédito em médio prazo

Essa estratégia é bastante indicada para empresas que querem programar um plano de crescimento em médio e longo prazos, investindo mensalmente em pequenas parcelas para garantir o futuro do negócio.

Usar o consórcio para capital de giro desta forma é muito simples, basta seguir o funcionamento tradicional do sistema e aguardar a contemplação pelos sorteios. Esse plano é excelente para empresas que não dispõem de um valor inicial para comprar uma carta contemplada, nem para ofertar lance.

Desta forma, sua empresa consegue programar um prazo estendido de investimento, por isso as parcelas ficam pequenas. Fazendo isso, você terá a tranquilidade de saber que o futuro do seu negócio estará garantido, porque você está investindo nisso em parcelas suaves, e com a vantagem de não precisar pagar nenhum valor de entrada, nem absolutamente nada de juros.

Se você quer entender mais a fundo como utilizar o consórcio para fazer capital de giro, nós temos um eBook que você pode baixar GRATUITAMENTE, basta preencher o formulário abaixo:

Consórcio para capital de giro é bom para sua empresa?

Agora que você conhece as 3 estratégias de consórcio para capital de giro, pode considerar alguma delas interessante para sua empresa. Se você acredita que o consórcio também pode ajudar o seu negócio a levantar crédito, nós podemos conversar melhor sobre isso sem compromisso. Basta você clicar na imagem abaixo e fazer agora mesmo o cadastro:

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